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Vacinação contra Meningite ACWY

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Você sabe o por que é importante vacinar-se contra a meningite meningocócica? Doença infecciosa, ela pode trazer ao indivíduo portador do vírus, consequências graves. A melhor forma de prevenção, como em outras doenças, é a vacinação. Confira o material que preparamos para você. Neste conteúdo, você verá:

• O que é a meningite;
• Sintomas da doença;
• Fatores de risco;
• Prevenção. O que é meningite meningocócica? A meningite meningocócica é uma doença de caráter infeccioso que ataca as membranas que revestem a medula espinhal e o cérebro. A transmissão dessa enfermidade ocorre através de contato direto com secreções da garganta ou nariz de portadores da bactéria Neisseria meningitidis ou Meningococo. Existem, atualmente, 13 sorogrupos dessa bactéria, que são classificados de acordo com a especificidade cápsula. Os principais responsáveis pela grande maioria dos casos da meningite meningocócica, são: A, B, C, Y e W 135. Ou seja, dos 13 grupos, cinco são os principais pelo aparecimento da doença. Prevenir-se contra essa enfermidade, é extremamente importante, pois as complicações que ela traz à pessoa infectada podem ser irreversíveis. Além das possíveis sequelas, é uma doença que pode até levar à morte. Quais são os sintomas da meningite? É uma infecção que ocorre no sistema nervoso central, causada por vírus ou bactérias. Em geral, os primeiros sinais da doença aparecem com febre alta, irritabilidade e vômitos. Em crianças um pouco mais velhas, o que ocorre são queixas de dores de cabeça e na nuca. Nas menores, podem acontecer, também, convulsões no início do quadro da doença. Confira todos os sintomas da doença:

• Febre alta repentina;
• Forte dor de cabeça;
• Pescoço rígido;
• Vômitos;
• Náusea;
• Confusão mental;
• Dificuldade de concentração;
• Convulsões;
• Sonolência;
• Fotossensibilidade;
• Falta de apetite;
• Rachaduras e presença de manchas vermelhas na pele. Fatores de risco da meningite meningocócica Alguns fatores, de certa forma, contribuem para que a doença seja contraída. Essas condições são de riscos e devem ser levadas em consideração. Veja abaixo os fatores de risco. Idade

Os grupos de risco, em relação à faixa-etária, podem variar. Geralmente a meningite viral costuma afetar crianças de até cinco anos. Por outro lado, a forma bacteriana costuma afetar adultos na casa dos 20 anos de idade. A doença causada pela bactéria Listeria monocytogenes, costuma também, vitimar muitos idosos. Ambiente de convívio

Frequentar ambientes fechados e cheios de pessoas pode aumentar os riscos de contrair meningite. Viver em grandes centros urbanos também contribui para o aumento das chances de infecção; Sistema imunológico frágil

Pessoas com baixa imunidade também correm grandes riscos de apresentar a doença. Exemplo: portadores de diabetes, HIV e usuários de drogas injetáveis. Gestantes

Mulheres grávidas possuem chances maiores de contrair a meningite bacteriana, causada por Listeria monocytogenes. Vacinação contra a meningite meningocócica A vacina meningocócica conjugada quadrivalente (ACWY), é uma imunização inativada, portanto, não há possibilidades de contração da doença, ao vacinar-se. Como dito acima, a melhor forma de prevenção contra a doença é a vacinação. Isso ocorre porque ao indivíduo vacinar-se, os vírus são daquela enfermidade são “apresentados” ao seu sistema imune que é estimulado a produzir anticorpos contra aquela doença. As Sociedades Brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam que a vacinação seja realizada rotineiramente, para crianças adolescentes e adultos. Em crianças, o ideal é que a primeira dose seja tomada aos 3 meses de idade, com 3 doses no primeiro ano de vida e reforços aos 12 meses, 5 anos e 11 anos de idade. Aos adolescentes que nunca receberam a vacina, é recomendável que tomem duas doses da imunização, com intervalo de cinco anos entre elas. Para adultos, também nunca vacinados, dose única. Cuidados para a vacinação Antes de vacinar-se, são necessários cuidados específicos. Em casos em que o paciente sinta febre, a imunização deve ser adiada até que ele melhore. Após a vacinação, para aliviar o local da aplicação, é recomendável a realização de compressas frias. Caso ocorram reações mais intensas, pode-se usar de medicamentos para dor, sob recomendação médica. Caso o paciente apresente alguns sintomas mais graves e inesperados após ser vacinado, o serviço que realizou a imunização deve ser notificado. Converse com o seu médico para saber quais vacinas são indicadas.

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